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Foro sobre el xxi capítulo general |
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| Tus expectativas ante el Capítulo general |
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El Capítulo general de los hermanos Maristas es una asamblea que representa a todo el Instituto, y que tiene lugar cada ocho años. Es una expresión de la participación de todos los hermanos en la vida y misión del Instituto, y su corresponsabilidad en el gobierno. El Capítulo elige al Superior General y otros miembros del Consejo, y se ocupa de la renovación y adaptación del Instituto.
El Capítulo es un viaje lleno de significado para todos y cada uno de los hermanos, y también puede serlo para nuestros amigos y compañeros en la misión. Es una peregrinación de fe, durante la cual reflexionamos y rezamos juntos. Es importante esta actitud de escucha y discernimiento en una época en que nos vemos bombardeados y alienados, de continuo, por tanta superficialidad como hay en las sociedades modernas. Los medios de comunicación de que ahora disponemos nos permitirán seguir más de cerca el desarrollo del Capítulo, proporcionándonos nuevos motivos para la reflexión y la oración. ¿Cuáles son tus expectativas ante el Capítulo general de septiembre próximo?C. Howard, Guía del Peregrino Marista, p. 45 |
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| Comentarios |
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| 27/09/2009 - Br. Brendane Tombir (Cameroon) |
This is a great momment for the institude, full of anxiety and expectations. The process have gone a long way and is very promising. It is my prayer that the Holy spirit working through our chapter delegate and the newlyy elected superior General should direct them to realy bring new hearts for the new world. It is call to be realized only with the results of the chapter. It should also help in helping the Brothers revitalizing the spirit as it was in the early years of the foundation and as it has been throughout the ages. I pray continously for the smooth progress of the Chapter. God bless and guide you all. |
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| 26/09/2009 - Benê Oliveira, fms (Brazil) |
O serviço da autoridade (Constituições 118): "O Pai entregou toda autoridade ao Cristo, princípio de unidade e de paz, que se fez servo. Cristo transmitiu sua autoridade à Igreja por meio dos Apóstolos. Entre os membros do povo de Deus, alguns são escolhidos para desempenhar a função de ensinar, santificar e governar, a fim de que cada um realize o desígnio de Deus sobre ele. Nossos Superiores participam dessa função na Igreja, exercendo o serviço da autoridade que une o esforço dos Irmãos, anima-o, orienta-o e, por vezes, o corrige, conforme o fim do Instituto." Maria, Primeira Superiora (Constituições 120): "Reconhecemos a pertença do Instituto a Maria, que fez tudo entre nós, chamando-a Primeira Superiora. Obedecemos a Deus nos seus representantes, do jeito de Maria, com a disponibilidade total que não é atitude passiva, mas escuta atenta do Espírito em vista de um compromisso responsável. Aqueles que nos governam deixam-se guiar pelo espírito da Serva do Senhor. A seu exemplo, ouvem, refletem e agem em vista do crescimento espiritual dos Irmãos. Confiantes, recorrem a ela em todas as circunstâncias." Champagnat e a autoridade (Constituições 121): "Nosso Fundador deu o exemplo de prudência, dinamismo e compreensão no serviço da autoridade junto aos Irmãos. Como um Pai, está perto de cada um e se faz tudo para todos. Consulta-os muitas vezes, procurando com eles a vontade de Deus. Reza demoradamente antes de tomar uma decisão. Acompanha com firmeza e benevolência os Irmãos aos quais confia responsabilidades."
Os Superiores (Constituições 122): "Os Superiores aceitam o cargo como serviço. Irmãos entre seus Irmãos, suscitam obediência responsável e ativa no respeito das pessoas, ouvindo-os de bom grado e favorecendo o entendimento para o bem do Instituto e da Igreja. Reservam-se, entretanto o direito de mandar, quando for necessário. Provêem, convenientemente, às necessidades de cada um e mostram-se pacientes com todos. Esforçam-se por edificar em Cristo uma comunidade fraterna, na qual Deus seja amado acima de tudo." ========================================= Oração: Senhor de infinita bondade, agradecemos a oportunidade de imaginar a nova liderança para o Instituto Marista Dai-nos alcançar um pouco de Vossa sabedoria e que de Sua eterna luz, caia uma centelha, iluminando os Capitulares pelos caminhos que nos levam a Ti, hoje e sempre!
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| 19/09/2009 - Benê Oliveira, fms (Brazil) |
Sobre a nova liderança para o Instituto Marista "A tarefa do líder é conduzir seu pessoal de onde eles estão para onde eles ainda não estiveram." Henry Kissinger Os delegados do XXI Capítulo Geral debruçar-se-ão nesses dias sobre a figura e a liderança do próximo sucessor de São Marcelino e dos novos integrantes do Conselho Geral para o presente e o futuro da animação da Vida Religiosa e Apostólica dos Irmãos e Leigos do Instituto Marista. É próprio do Espírito de Deus ser sempre novo e imprevisível, livre e criativo; sempre em movimento rompendo com paradigmas e suscitando opções fundantes e profetas e lideranças certeiras. Aprendemos que o Espírito sopra onde quer, quando quer, sobre quem quer! A sua força torna os pés ligeiros, as mãos abertas e na boca, coloca palavras de confiança, de audácia e de esperança. Com muita propriedade o Pe. José Cristo Rey García Paredes (Claretiano espanhol), com o olhar no horizonte do Reino, aborda na revista Testimonio (214 – 2006 – p. 47-60) a temática da liderança e da autoridade na Vida Religiosa, hoje: http://cid-57d86a80e98b4acb.skydrive.live.com/browse.aspx/.Public “O que significa para um Instituto ter uma liderança sem visão, sem autoridade, sem competência, durante vários anos” ?!, pergunta o autor. “São imprescindíveis os arquitetos, profetas e místicos, homens e mulheres, líderes qualificados, arraigados na vida de Deus, que fazem germinar em abundância a esperança, permitindo que a vida religiosa continue recarregando-se de energia criadora.” “O líder na vida religiosa deve ser profeta, e profeta é aquele que vê mais longe e que vê mais dentro. Aquele que capta o sentido das coisas e dos acontecimentos, e que não cai na tentação de brincar de prolongar o passado. O líder da comunidade religiosa é a pessoa que oferece aos seus a luz de sua fé, a força de sua esperança, a alegria de seu serviço, a entrega de sua ternura.” “O líder é animador, e só quem é animado pode animar, como pessoa que vive com a vontade de viver para transmitir vida. A sua presença na comunidade será mais espiritual e formadora de atitudes que encarnam a esperança: ousadia, criatividade, santidade. A animação do líder implica situar-se no que concerne às necessidades dos demais e entregar-se com paixão à tarefa de resolvê-las. Na prática implica a seguinte tríade: despertar o Espírito, despertar a pessoa e despertar um modo de agir, caracterizado pela missão de Jesus Cristo.”
Oxalá, a reflexão, o discernimento, a meditação e a oração sobre os processos sucessório e eletivo do XXI Capítulo Geral contribuam para a geração de uma Vida Religiosa Marista renovada, alicerçada no seguimento de Jesus Cristo, do jeito de Maria e nos ensinamentos sempre atuais de São Marcelino, capaz de assumir na fé os riscos da mudança, as novas proposições e reopções do carisma fundante, as novas formas de liderança e de visibilização nas relações dos valores do Reino de Deus. Como diz Santa Teresa, precisamos na vida religiosa de uma linguagem de sinais fortes, que só sabem usar homens e mulheres “fortes amigos de Deus”. Benê Oliveira, fms
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| 14/09/2009 - Benê Oliveira (Brazil) |
Um Instituto de Vida Religiosa, a partir de seu Capítulo Geral, deve procurar acompanhar a proposta fundamental do Concílio Vaticano II: a promoção de um processo de “aggiornamento”, abertura das janelas para novos ares, atualização das premissas de nosso tempo; superação de algumas práticas obsoletas, renovação das relações internas e externas.
O Concílio Vaticano II estabeleceu uma clara distinção entre o Reino de Deus e a Igreja, onde a mesma – aqui se insere também um Instituto de Vida Religiosa –, é passível de uma mudança e crítica, porque se lhe sobrepõem uma realidade superior, absoluta que é o Reino. Um Instituto de Vida Religiosa não é uma realidade eterna, divina, mas uma instituição com uma caminhada histórica. Um Instituto de Vida Religiosa não é uma “sociedade perfeita”, mas sim uma realidade sujeita a crises históricas e, portanto, passível de transformações, passível de configurações históricas sempre novas – consoante ao seu tempo, lugares e culturas. Um Instituto de Vida Religiosa deve dar importância a colegialidade que é uma fonte de diversidade e pluralismo – e quiçá de tensão.
O Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, propõe uma Igreja encarnada no mundo, no diálogo com o mundo e ao serviço do mundo:
“As alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens do nosso tempo, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (G.S.1).
“Que os fiéis vivam em estreita união com os outros homens do seu tempo, e que se esforcem por compreender a fundo os seus modos de pensar e de sentir, expressos na cultura. Que conciliem os conhecimentos das novas ciências e teorias e das mais recentes invenções com os costumes e o ensinamento da doutrina cristã, para que o sentimento religioso e a retidão moral avancem neles a par do conhecimento científico e dos progressos diários da técnica; assim poderão apreciar e interpretar todas as coisas com uma sensibilidade autenticamente cristã” (G.S.62).
Nesta perspectiva, o “mundo” – com suas filosofias, religiões, culturas, artes, ciências, etc – representa uma constante interpelação à Igreja que perde algumas seguranças e, claro, isso é fator de desestabilização, discussão, tensão, conflito. Os problemas morais e sociais, tão numerosos e muitas vezes dramáticos, interpelam-nos como Igreja, como Institutos de Vida Consagrada:
“A pressão exercida pela cultura dominante, que apresenta com insistência um estilo de vida fundado na lei do mais forte, no lucro fácil e sedutor, na desagregação dos valores da pessoa, da família e da comunidade social, influenciam inevitavelmente o nosso modo de pensar, os nossos projetos e as perspectivas do nosso serviço, correndo o risco de esvaziá-los da motivação da fé e da esperança cristã que os tinham suscitado: os pedidos de ajuda, de apoio e de serviço, numerosos e prementes, que os pobres e os excluídos da sociedade nos fazem, levam-nos a procurar soluções que estejam na lógica da eficiência, do efeito visível e da publicidade.” [ L´OSSERVATORI ROMANO NR 38 – 17 / 09 / 2005]
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| 08/09/2009 - Gustavo Alejandro Diaz Flores (Mèxico (Noviciado)) |
Que en este Capitulo General el Espiritu Santo ilumine a nuestros Hermanos delgados para que puedan tomar juntos como comunidad las mejores herramientas que despues nos compartan a nosotros tanto hermanos como laicos para poder transformar nuestro corazon de piedra por uno de carne como lo decia el Profeta Jeremias.Que desde mi etapa de formacion pueda contribuir a la construccion del Reino de Dios aqui en la tierra acercandome a los niños y jovnes mas desatendidos,para poder asi tener un corazon nuevo para un mundo nuevo. |
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| 07/09/2009 - Benê Oliveira, fms (Brasil) |
O chronos e o kairós do XXI Capítulo Geral
A realização do XXI Capítulo Geral é uma boa oportunidade para pensarmos sobre o mistério do tempo. Mistério que sempre intrigou a inteligência humana e muitos pensadores ao longo da história.
Os gregos antigos usavam duas palavras, Chronos e Kairós, para definir o tempo. Chronos refere-se ao tempo cronológico ou seqüencial, exterior. Kairós, por sua vez, indica um momento indeterminado no tempo, 'momento certo', 'oportuno', privilegiado, o exato momento, o momento em que algo especial acontece. Para nós, cristãos, Kairós é tempo forte, tempo interior, tempo da graça, tempo da redenção, da salvação, do espírito!
Nesse sentido, o XXI Capítulo Geral é um kairós para o Instituto Marista, um momento privilegiado no qual, sob a orientação do Espírito Santo, o carisma institucional é revitalizado para o nosso atual contexto histórico: “Os Institutos são convidados a repropor corajosamente o espírito de iniciativa, a criatividade e a santidade dos fundadores como resposta aos sinais dos tempos visíveis no mundo de hoje. Este convite é, primariamente, um apelo à perseverança no caminho da santidade, através das dificuldades materiais e espirituais que marcam as vicissitudes diárias. Mas é, também, um apelo a conseguir a competência no próprio trabalho e a cultivar uma fidelidade dinâmica à própria missão, adaptando, quando for necessário, as suas formas às novas situações e às várias necessidades, com plena docilidade à inspiração divina e ao discernimento eclesial. Contudo, há que manter viva a convicção de que a garantia de toda a renovação, que pretenda permanecer fiel à inspiração originária, está na busca de uma conformidade cada vez mais plena com o Senhor. Neste espírito, torna-se hoje premente em cada Instituto a necessidade de uma renovada referência às Constituições, pois nelas se encerram um itinerário de seguimento, qualificado por um carisma específico e autenticado pela Igreja. Uma maior consideração às Constituições não deixará de proporcionar às pessoas consagradas um critério seguro para procurar as formas adequadas para um testemunho capaz de responder às exigências atuais, sem se afastar da inspiração inicial” (cf. Vita Consecrata, 37 / Fidelidade Criativa).
O desafio dos capitulares e de cada Irmão e Leigo/a Marista está na transformação do chronos do XXI Capítulo Geral em kairós. Estamos seguros de que a realização do XXI Capítulo Geral e a divisa “Corações Novos para um Mundo Novo” requerem a harmonização entre Chronos e Kairós.
Há um ritmo e um entrelaçamento entre as duas instâncias. Passado, presente e futuro são uma ilusão humana. Chronos e Kairós agem em diferentes compassos sobre nossa compreensão dessa dádiva chamada Vida. A questão não é quanto chronos dispomos, mas quanto kairós fazemos com o nosso chronos!
O XXI Capítulo Geral não deve ser medido pela extensão (pelo chronos), mas pelos apelos enriquecedores do kairós que nos farão alcançar para os próximos oito anos: “corações novos para um mundo novo”!
"Tempus Fugit!"
Benê Oliveira, fms benefms@gmail.com |
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| 06/09/2009 - Javier Echeverry (Colombia) |
Creo que es una oportunidad única, que nos ofrece Dios para ver el horizonte y ser fieles a las inspiraciones del Padre Champagnat en el mundo de hoy. "Corazones nuevos para un mundo nuevo" es una invitación a renovar nuestro carisma entre los niños y jóvenes más pobres, anunciándoles el amor que Jesús y María tienen a cadauno de nosotros. |
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| 03/09/2009 - Nelson Pizarro Núñez () |
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| 25/08/2009 - Benê, fms Oliveira (Brasil) |
O nosso XXI Capítulo Geral é um Pentecostes: uma assembléia eclesial, institucional, familiar... alegre e esperada! O tema do XXI Capítulo Geral, "Corações Novos para Um Mundo Novo", é uma “pró-vocação” neste tempo cheio de provocações e de desafios. Todos devemos nos sentir envolvidos e chamados a ser responsáveis pelo Instituto e pelo carisma concedido pelo Senhor a São Marcelino, aos Primeiros Irmãos, aos nossos Santos Maristas e a nós, hoje. No fundo, um Capítulo é um tempo privilegiado de graça e de comunhão com toda a Igreja missionária, com todos os Irmãos e destinatários da missão dos países aos quais fomos e somos enviados. Somos convocados a ser “discípulos e missionários de Jesus Cristo para que nele nossos povos tenham vida”, cf. tema da V Conferência Geral de do CELAM em Aparecida / Brasil (2007). Nesses dias, o Espírito de Pentecostes deve conduzir as eleições do novo sucessor de São Marcelino e dos novos integrantes do Conselho Geral, pois foi precisamente no contexto do Pentecostes, que aconteceu o primeiro capítulo eletivo da Igreja. Naquela ocasião, Pedro e todos os discípulos oraram: "Senhor, tu conheces o coração de todos, mostra-nos qual tu escolheste para ocupar o serviço do apostolado" (At 1,24).
Daí que, cada eleição deve ser fruto de reflexão, de meditação e de oração, para poder interpretar a vontade de Deus e compreender o que Deus quer da comunidade sem perder a graça da sua originalidade e o que é que a Igreja espera do nosso Instituto. Por isso, com muito espírito de fé devemos fazer da convocação do nosso Superior Geral ao XXI Capítulo Geral a nossa igual convocação de participar com fervor e esperança da preparação e da celebração com nossas orações, acolhida, vivo interesse, capacidade de escuta, discernimento e partilha! Que o Espírito, como verdadeiro protagonista do XXI Capítulo Geral, crie a unidade entre os capitulares, transformando-os "num só coração e numa só alma". Benê Oliveira, fms "O Senhor te abençoe e te guarde! O Senhor faça resplandecer sobre ti seu olhar e te conceda sua graça! O Senhor volte para ti seu olhar e te dê a paz!" Nm 6, 24-26
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| 13/06/2009 - Yan Arévalo (Colombia) |
El espíritu de tantos hermanos que a diario dan su vida al Instituto en todas partes del mundo, debe continuar vibrando cada segundo... Nuestro capítulo debe conducirnos a renovar esa fuente diaria en lo cotidiano de nuestras comunidades. Desde la acción cotidiana que responda a las directrices y retos que se proponga nuestro nuevo Superior y su consejo. Es una necesidad que en estos tiempos turbulentos nos mantenagamos unidos en oración, para que el capítulo nos permita continuar contagiando vida al estilo de Champagnat. Todos esperamos no respuestas, pero sí luz, esa misma luz que irradian nuestros hermanos del consejo cuando llegan a cualquier rincón del mundo.
Creo que el equipo de trabajo del Capítulo ha sido leal a los principios del Instituto y fiel a la lectura de los signos de los tiempos, por tanto el Espíritu Santo ¡seguro! les continuará guiando por buen camino... Confío plenamente en la Providencia del Señor. |
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| 09/06/2009 - Héctor Dessavre Dávila (México) |
CHAMPAGNAT PARA NUESTROS DÍAS!! Heredamos un tesoro, pero, habremos de estar atentos hoy, luego de casi 200 años de fundados, para que no se nos diga: “.. quítenle, pues, el talento, y dénselo al que tiene diez” y “ .. a este siervo inútil échenlo a las tinieblas de afuera” (cfr. Mt. 25,14-30). Encerrados en nuestras estructuras arquitectónicas, de tradición y fama escolar, en una forma estática de vivir la vida religiosa o de encasillar lo marista, mientras millones de niños y jóvenes, a fuera, pobres, marginados o expulsados por sus conductas difíciles que no encajan en aquello de nuestra fama y tradición, podemos estar encerrando, enterrando el tesoro y llenándolo de polilla. Las tinieblas de afuera, serán las que nos invadan, con el miedo, la prudencia (que por cierto no tuvo Champagnat al lanzarse a construir el Hermitage), con el desánimo, la inanición, la falta de vida, la muerte; mientras al los otros, que han salido y han arriesgado, se les entrega lo que nosotros no supimos invertir y trabajar. Champagnat salió a los caminos de su parroquia!! Champagnat se encontró con la gente y cambió su residencia parroquial, por la pequeña casa donde compartió con los primeros hermanos, la oración, el trabajo, los gozos y el sufrimiento. Champagnat, no se quedó con los jóvenes que ya venían a misa el domingo, sino que se esforzó por atender a aquellos, que como Montagne, no tenían conocimiento alguno de ese Amor que nos invita a todos. Hoy decimos nosotros que en todas nuestras obras maristas, tratamos de “dar respuesta a las necesidades cambiantes de los jóvenes, dondequiera que los encontremos” (Agua de la Roca 146). Y qué, “al orientarnos hacia ellos en cada uno de los apostolados maristas, mostramos preferencia hacia aquellos que nunca son los preferidos” (Ibid 146 y “Hermanos Maristas Hoy”, mensaje del 17° Capítulo General, n° 16, Roma 1976). Sin embargo, nos empeñamos en la realidad, por mantener las estructuras y modos de vivir y funcionar que nos han dado prestigio y seguridad por más de 100 años, y aquellos cambios en las necesidades de los jóvenes, se alejan mucho de nuestros intentos de respuesta… y aquellos que nadie prefiere, son recibidos en otros lugares porque no caben en nuestros espacios educativos, ya que nos están lastimando en nuestra fama y promedio académico… y aquellos que nunca son los preferidos, siguen sin encontrar alguien que sí los prefiera, aún a costa de nuestra propia vida (cfr. Agua de la Roca 155). Celebrar hoy a Marcelino Champagnat es un gozo, es una invitación, es todo un entusiasmante reto. Hay que buscar nuevos caminos, hay que abrir nuevos espacios para estar con los jóvenes no preferidos de nuestra sociedad, hay que arriesgar el alma… Hay mucha vida por delante!! Tenemos el tesoro, vamos a invertirlo!! María, nuestra Buena Madre, estará seguro, ahí con nosotros. No tengamos miedo!!!
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| 17/05/2009 - alexis horst (Argentina) |
Como exalumno marista y por el amor que le tengo a la obra, espero que se vean temas como el de hacer de promover vocaciones, que se viva mas en comunidad los hermanos y compartiendo momentos de las oraciones y el uso de habito y que no se vistan con cualquier cosa |
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| 29/04/2009 - Rota Onorino (Italia) |
Stanchi di camminare si misero a correre
L’icona dei due discepoli di Emmaus in questo periodo di Pasqua mi suggerisce alcune riflessioni. Siamo stati testimoni durante la nostra vita di prodigi e segni. Sicuramente in un momento della nostra vita abbiamo incontrato il Signore. Certamente abbiamo speso tante nostre energie (forse tutte) nel compiere le opere del Signore. Ma tutto questo non ci impedisce di guardare indietro, di ritornare al paesello di origine, di dire con aria sconsolata: noi speravamo che…
Fratelli del Capitolo: Noi di “scritture” ne conosciamo, forse anche troppe. Noi siamo stati testimoni dei prodigi che Dio ha compiuto in noi e attorno a noi. Noi abbiamo parlato di Gesù e con Gesù (forse senza riconoscerne i passi e la vicinanza).
Eppure i nostri volti sono tristi, non irradiano gioia, la nostra andatura è stanca, a volte persino rassegnata, parliamo di cose stupende, ma il nostro cuore non vibra.
Fratelli del Capitolo vi vorrei pregare: Non dateci altre “scritture”: le conosciamo! Non raccontateci ancora una volta quanto è accaduto: lo abbiamo vissuto e in parte lo abbiamo costruito! Avvicinatevi a noi per scaldarci il cuore perché solo in questo modo, anche se stanchi, potremo ritornare dai nostri fratelli e dire loro che abbiamo un futuro e che ha un nome: Gesù. Siate per tutti noi quel viandante che ci insegna a vincere la tristezza e la sfiducia e che sa mettere nei nostri cuori tanta voglia di vivere da farci superare ogni paura e darci l’energia di cambiare il nostro stanco camminare e in corsa di lieti annunci. |
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| 25/04/2009 - Lawrence Lucius Ndawala (Malawi) |
The XXI General Chapter is a moment of grace. May this moment be a time of GENUINE CHANGE OF HEART to face the challenges of the 21st Century and beyond. |
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| 07/04/2009 - Francisco Bezerra (Brasil (PMBCN)) |
O instituto está em tempo de graça no advento do XXI Capítulo Geral, Irmãos e Leigos na esperança de renovar nossas origens e reafirmar a missão e o amor às crianças e Jovens, principalmente os mais pobres, estamos pulsando em um só coração revendo o passado, e apontando o futuro do instituto, e as trilhas e desafios que precisamos percorrer e superar enquanto Mundo Marista, olhares novos e novos horizontes nos aguardam para irradiar nossas ações. Que nossas expectativas atendam o convite do Capítulo, de Corações Novos para um mundo novo, é preciso abrir os nossos corações para dar respostas aos desafios de hoje, principalmente aos Jovens e Crianças, foco do nosso trabalho de amor e dedicação. |
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| 30/03/2009 - HÉCTOR DESSAVRE DÁVILA (México) |
UNA ORACIÓN COMPUESTA POR UN LAICO SEGLAR QUE AMA LO MARISTA Y LUCHA POR LAS VOCACIONES MARISTAS DESDE DONDE ÉL LABORA:
Señor Jesús, tú que animaste la vida de Marcelino Champagnat y él que se llenó tanto de ti, así como de Nuestra Buena MADRE María, ayúdanos a DAR EJEMPLO como hermanos, Danos fuerza y fe de tal modo que nuestra manera de vivir, anime también a muchos jóvenes a entregar su vida dentro de nuestra congregación.
Que no seamos sordos a tu voz y escuchemos el hambre de los jóvenes que piden a gritos ser atendidos por un buen hermano e imitador de Cristo. Te lo pedimos por tu dulce y Santa Madre María por favor ayúdanos, GRACIAS Señor.
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| 24/03/2009 - Santiago Vasconcello () |
Al parecer equivoqué mi mensaje, pues debiera haberlo enviado acá. En todo caso lo adjunto, nuevamente, a este foro como un comentario de un exalumno chileno y educador marista. Desde mi comentario es posible sintetizar algunas ideas como, también, inferir otras. Espero sea un aporte desde la mirada de un laico que quiere mucho a la congregación.
Yo creo que, así como para los laicos -sus hijos- son su vida; para los Hermanos, Dios y sus obras, constituyen lo propio. Y esto, nosotros los laicos, debemos entenderlo. Y lo digo, pues percibo que no debe ser fácil, para algunos hermanos ceder y ver que las funciones que constituían parte o el centro de sus vidas, están siendo asumidas por personas que, no llevando más de unos 10 ó 15 años en las obras -ahora- lideran lo que tantos hermanos han demorado casi siglos en construir. Y esto no es un tema menor y se debe reflexionar, tanto desde la perspectiva de los hermanos como de los laicos. Ignoro si en las demás provincias del mundo ocurre o está ocurriendo algo similar, mas, donde Dios me hizo nacer, acontece lo que les comento, pues yo lo he percibido así. Por lo demás, constituye un llamado al espíritu, aunque la celeridad de los procesos humanos, principalmente cognitivos, van a la velocidad de la luz; los de desarrollo espiritual, caminan, paso a paso, pero sin pausas. En otras palabras, el desarrollo de los procesos espirituales tienen un tiempo, pues su naturaleza es ésa. Y, ahora bien, para los laicos, no estando imbuidos en una vida consagrada, es evidente que el aprendizaje de esta "inteligencia espiritual" no tiene las condiciones del ministerio de nuestros Hermanos, por lo tanto, pudiendo y queriendo desarrollarla, los tiempos de adquisición de la misma son, indiscutiblemente, distintos.
Creo que una de las formas más eficaces de comenzar a dar pasos, como laicos vocacionados, está en el enfatizar el “hic et nunc”, es decir, comenzar por "misionar" su práctica pedagógica, que es lo que siempre hicieron los hermanos. Mediar, por ejemplo, los valores propios del estilo educativo: sencillez, presencia, trabajo y constancia, pero, a través de nuestras clases. Sabemos que Marcelino comenzó, enseñando diversas asignaturas, junto a sus hermanos; y, además de enseñar esos contenidos, anunció a Jesucristo para hacerlo amar.
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| 20/03/2009 - Sebastião Antonio Ferrarini (Brasil) |
O Capitulo Geral deverá ser um marco de espernça e de vida nova para o Irmão Marista e leigo/a marista. Nessa sociedade marcada pela superficialidade e violência, o Marista deverá se apreentar como profeta desses tempos pós-modernos, portador do paradigma de Evangelho de Cristo. |
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| 13/03/2009 - Héctor Dessavre Dávila (México) |
LES COMPARTO UN TEXTO IMPORTANTE DEL CARDENAL CARLO M. MARTINI EX ARZOBISPO DE MILÁN.
CREO QUE MARTINI TIENE MUUUCHO DE MARISTA… AUNQUE SEA JESUITA DE VOCACIÓN. CREO QUE NOSOTROS NOS PODRÍA HACER BIEN EL TOMAR LO QUE EXPRESA, PARA REALIZAR EN SERIO AQUELLO DE MARCELINO CHAMPAGNAT DE AMAR A LOS JÓVENES PARA EDUCARLOS.
CREO QUE EL XXI CAPÍTULO GENERAL DEBE SER VALIENTE PARA SUBRAYAR NUESTRO QUE HACER LAICO CONSAGRADO, LEJOS DE LOS ESQUEMAS JERÁRQUICOS Y MÁS CERCANO A LA REALIDAD JUVENIL. DEBE SER VALIENTE PARA LANZAR LOS ESPACIOS DONDE SE PUEDA RECREAR LA VIDA RELIGIOSA O CREAR UNA ALTERNATIVA NUEVA EN LA IGLESIA DE VIDA CONSAGRADA A LA EVANGELIZACIÓN DE LA JUVENTUD, DESDE LA JUVENTUD MISMA.
FRATERNALMENTE
HÉCTOR DESSAVRE DÁVILA
HABLA EL CÁRDENAL CARLO M. MARTINI en el libro “Coloquios nocturnos en Jerusalén” Entre las páginas: 94 a 97 2008 Ed. San Pablo
¿ Cómo podría la Iglesia abrir las puertas a la juventud?
Sólo podemos abrirnos a los jóvenes partiendo de ellos mismos. ¿Cuáles son sus intereses? ¿Dónde viven? ¿Cómo viven ellos sus relaciones? ¿Qué critican y qué compromiso exigen de nosotros? Aquí pueden encontrarse muchas inquietudes en las que los colaboradores eclesiásticos pueden participar. Al comienzo, los jóvenes están en el centro: sólo después pueden introducirse los adultos y las estructuras eclesiásticas para ofrecer su apoyo y sus correcciones. Por cierto, este camino no funciona si comenzamos prescribiéndole a la juventud cómo ha de vivir y después la juzgamos con la intención de captar a aquellos de entre los jóvenes que corresponden a nuestras reglas y representaciones.
La comunicación debe iniciarse en libertad, pues, de otro modo, no es comunicación. Sobre todo, así no puede conquistarse a nadie –a lo sumo, de ese modo se le puede reprimir-. El ser humano con el que me encuentro es desde el comienzo un interlocutor en pie de igualdad y un sujeto. En el diálogo con él llegamos a concebir nuevas ideas y a dar pasos en común.
La cuestión en la que los jóvenes son más sensibles y susceptibles es si los tomamos como interlocutores yen pie de igualdad o sin queremos hacerlos objeto de nuestras enseñanzas como si fuesen tontos o estuviesen equivocados. Nosotros creemos que todos los hombres son criaturas de Dios y tienen una misma dignidad. Este es un requisito decisivo para toda comunicación en la que participemos.
¿Cuál es la aportación especial de los jóvenes? (…) La aportación de la juventud es esencial. ¿Están interesados todavía hoy los jóvenes en criticarnos a nosotros, a la Iglesia, a los gobernantes, o se alejan sin decir palabra? Donde todavía hay conflictos, está ardiendo el fuego, está actuando el Espíritu Santo. En la búsqueda de colaboradores y de vocaciones religiosas deberíamos prestar tal vez especial atención a aquellos que resultan incómodos y preguntarnos si no son justamente estos jóvenes críticos los que tienen la capacidad para convertirse alguna vez en responsables y, por último, en soñadores. En responsables que conduzcan a la Iglesia y a la sociedad a un futuro más justo, y <> que nos mantengan abiertos a las sorpresas del Espíritu Santo, que nos den ánimos y nos hagan crer en la paz cuando los frentes están endurecidos.
“El profeta recuerda a los ancianos que deben transmitir a la posteridad sus sueños, y no las decepciones de su vida.” (Carlo M. Martíni) |
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| 05/03/2009 - Joseph Peiris (Sri Lanka) |
Unity of all Champagnats with due respect to Diversity
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| 01/03/2009 - Joaquim Martins Duque (Portugal) |
Que os irmãos, nossos delegados aprofundem e vivenciem a experiência do Amor de Deus e de Maria em suas vidas e de corações abertos aos gritos da juventude de hoje nos ajudem a todos a caminhar com entusiasmo na fé a nossa vocação de irmãos já que a Igreja e sociedade precisam de homens de Deus ao lado dos sem voz revelando-lhes o quão Deus as ama. |
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| 25/02/2009 - H. Luis Fernando Delgado (México) |
Espero luces del Espíritu sobre nuestra identidad como consagrados en un mundo secularizado, nuestro rol en la misión compartida, y el rol del laico así como su identidad. Luces sobre nuevas formas de animación o gobierno, pasos líneas claras sobre nuestra Espiritualidad y Vida Comunitaria, acentos fuertes en la cristocentridad. |
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| 20/02/2009 - Alexander Goulart (Brasil) |
Estamos vivendo um ano para refletir o passado, celebrar o presente e construir o futuro. O XXI Capítulo poderá ser um divisor de águas em tempos ao mesmo tempo difíceis e tão cheios de esperanças. Está em nossas mentes, corações e mãos discernir, vivenciar e trabalhar com fidelidade à Missão. Que o Capítulo, com a graça de Deus, impulsine todo o Instituto a ter corações novos, para um mundo novo! |
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