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04/04/2014: Brazil

 

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Estive visitando Porto Velho de 21 a 26 de março. Para além de encaminhamentos administrativos na sede no nosso Distrito Marista da Amazônia e do encontro com os Irmãos e colaboradores, pude me deparar com a difícil realidade da cheia do Rio Madeira. Contemplei o rio em seu leito muito alargado, e as muitas ruas, comunidades e repartições alagadas no centro da cidade de Porto Velho. 

Visitei pessoas abrigadas em alguns dos vários centros que as acolhem e pude me informar sobre várias situações de alagamento de outras cidades e comunidades inteiras ao longo do rio. Isso sem falar dos outros transtornos causados ao longo da BR 364 e outras estradas, inundando e isolando cidades e povoados no Acre, Amazonas e Rondônia. 

Dialoguei mais demoradamente com lideranças da comunidade de São Carlos, no baixo Madeira. Essa comunidade – onde os Irmãos de Porto Velho, os jovens Irmãos da Província Marista do Brasil Centro-Sul e eu mesmo com amigos da França, já realizamos visitas e experiências missionárias – está totalmente inundada e ameaçada de desaparecimento. Todos os habitantes foram removidos de lá. As casas estão todas inundadas quase na altura dos telhados. Guardam, submersos, os pertences dos moradores que não puderam ser retirados em tempo. 

class=imgshadowOs Irmãos de Porto Velho têm prestado apoio aos desabrigados pela cheia, fazendo visitas a alguns centros e participando de mutirões de recepção e distribuição de donativos. 

Mas toda essa realidade nos faz pensar também nas questões mais amplas do convívio humano, em contato com a natureza. Que causas e consequências sociopolíticas toda essa realidade traz para a nossa reflexão, a nossa ação educativa e pastoral e para a nossa espiritualidade? 

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