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Carta de Marcelino - 019

 

Br. Marcellin Champagnat
03/01/1831


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A carta é resposta aos votos de Feliz Ano Novo que o Irmão deve ter mandado ao Padre Champagnat (cf. Carta no 14). Mais uma vez, ele enaltece a missão de educador marista e faz outras recomendações úteis para que o Irmão cumpra bem a sua missão.
O carinho do bom Padre por seus Irmãos se mostra em cada carta. Dá notícias sobre a família do seu correspondente; por fim, termina com a fórmula que lhe é familiar: “Deixo vocês dois nos Sagrados Corações de Jesus e de Maria!
Habitualmente a escola de Ampuis que, de 1827 a 183l, contava uma média de 120 a 140 alunos, tinha três Irmãos.

Viva Jesus, viva Maria e viva São José!

Meu caríssimo Irmão Barthélemy:
Não tenha dúvida que eu considero a todos vocês como meus queridos filhos em Jesus e Maria e vocês me chamam com o carinhoso nome de pai; por isso trago a todos bem no fundo de meu coração.
Fico muito sensibilizado pelos votos de felicidade que você formulou para mim, não me esquecerei deles. Recomendarei a Deus, em minhas orações, aquele que formulou para mim tão belos votos.
Tomo parte deveras em todos os aborrecimentos que lhe podem causar os contratempos sofridos por seus colaboradores. Tome muito cuidado com sua saúde, a fim de que esteja em boas condições para cumprir seus pesados encargos. Todos os Padres e Irmãos vão bem de saúde. Transmitirei a eles seus votos de feliz Ano Novo.
Ânimo, meu caro amigo, veja como seu trabalho é precioso diante de Deus. Grandes santos e homens notáveis se ufanavam por estarem desempenhando uma tarefa tão preciosa aos olhos de Deus e de Maria. Deixai vir a mim as criancinhas, pois a elas pertence o céu.
Você tem em mãos o sangue precioso de Jesus Cristo. Depois de Deus é a você que seus numerosos alunos ficarão devendo a salvação. Toda a vida deles será o eco daquilo que você lhes tiver ensinado. Esforce-se, não poupe nada para formar à virtude seus corações juvenis. Faça ver a eles que nunca serão felizes sem a prática da virtude, sem a piedade, sem o temor de Deus; que não há paz para o ímpio. Somente Deus pode dar-lhes a felicidade, que é para ele que foram criados. Quanto bem você pode fazer, meu amigo!
Seus pais estão de boa saúde. Seu irmão que servia o exército, faleceu em Paris, de uma terrível dor de cabeça. Reze por ele. Os pêsames não lhe servirão para nada; ele só precisa de suas orações.
Teria ainda muito a lhe dizer, espero que breve lhe poderei contar tudo de viva voz.
Deixo vocês dois nos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, que são bons lugares!
Tenho a honra de ser pai afetuoso em Jesus e Maria,
Champagnat
sup. d. I.
Notre Dame de l’Ermitage, 3 janeiro de 1831

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