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Carta de Marcelino - 080

 

Br. Marcellin Champagnat
02/01/1837


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Diz o Irmão Avit (Cf. Abrégé des Annales, p. 262) que o Padre Douillet não parava de se intrometer na administração da escola de La Côte. Queria ele que a irmã Marthe Cuzin morasse na mesma casa dos Irmãos, ficando a serviço dele e que um empregado se encarregasse da cozinha. O Padre Champagnat não aprovava essas medidas, embora tivesse grande admiração pelo Padre Douillet, que tinha na conta de sacerdote muito zeloso.
Como sabia que o Padre Champagnat era muito firme em exigir o cumprimento das condições em que tinha sido fundada a escola e temendo, por outro lado, que toda sua bela obra fosse a pique se os Irmãos se retirassem, quis amarrar com a congregação um contrato de arrendamento, válido por 9 anos,. As condições que impunha nesse contrato eram por demais onerosas para os Irmãos.
Só mais tarde e com a redução de várias cláusulas a condições aceitáveis é que o contrato foi assinado, em 5 de novembro de 1838.
Conclui o Irmão Avit: Depois disto, o Padre Douillet teve que se resignar às suas atribuições de capelão, deixar aos Irmãos o benefício de seus suores e tentar acalmar do melhor modo possível a inconsolável soeur” Marthe.”

Caríssimo Irmão,
Continuamos esperando o noviço em questão (Cf. carta no 70). É importante que ele nos prove, por sua obediência pronta, que está sendo chamado. Uma delonga maior faria com que fosse recusado definitivamente.
Permito-lhe que assine o contrato de arrendamento que está sendo proposto pelo Padre Douillet, com a condição de ele firmar uma contra-declaração. Diga ao Padre Douillet que eu peço para nossos irmãos a liberdade de seguir nossas Regras e nossos modos de viver, como fazemos em outros estabelecimentos. Não podemos permitir outra maneira de agir, sem prejudicar demais nosso estabelecimento.
Nossos missionários embarcaram no dia 23 de dezembro. Recebi carta muito bonita do Irmão Marie Nizier. Mais tarde vou dar-lhe a conhecer o conteúdo da mesma.
Transmita ao Padre Douillet meus votos muito sinceros de feliz Ano Novo. Terei muito prazer em recebê-lo em nossa casa.
A você, meu caro Irmão e quantos estão com você, posso dizer-lhes, e meu coração não desmente o que digo: carissimi, diligamus invicem. Caríssimos, amemo-nos uns aos outros. É o que São João, o discípulo amado, repetia em todas as suas cartas. Eu também posso dizer isso a vocês no começo deste ano. Trago-os todos bem aconchegados ao meu coração.
Diga ao caro Irmão Raphaël que recebi a última carta que me escreveu, que Jesus e Maria o ajudem a superar as dificuldades que encontra no trabalho.
Que Jesus e Maria estejam com vocês!
Tenho a honra de ser o dedicado e afeiçoado pai em Jesus e Maria,
Champagnat
S. I. M.

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