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Carta de Marcelino - 185

 

Br. Marcellin Champagnat
12/04/1838


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O Padre Champagnat anuncia que voltará em breve para lHermitage. Se as viagens, naquela época, não fossem tão dispendiosas e demoradas, a questão de ir e voltar seria resolvida mais depressa.
Mesmo assim, em maio o Padre fará outra viagem a Paris. Deixou bem encaminhada a questão.
Lemos no resumo dos Anais do Irmão Avit, p. 249-251, que o Padre Champagnat chegou em lHermitage no dia 28 de abril; terá saído de Paris pelo dia 24 ou 25, pois o percurso demorava três ou quatro dias.

V.J.M.J.
Paris, 12 de abril de 1838. Missões Estrangeiras, rue du Bac, 120.
Meu caríssimo Irmão,
Ontem à tarde recebi sua carta a que me apresso em responder. O senhor Ardaillon acabava de chegar. Penso estar em lHermitage no dia 28 próximo futuro, a menos que algum imprevisto venha ainda fazer retardar minha partida. Se tal acontecer, escrever-lhe-ei outra vez.
Por estes dias, vou fazer o que você pediu e terminar o que já estou fazendo. Os trâmites concernentes à autorização prosseguem regularmente, quero dizer: só encontram um obstáculo que é uma vagareza acabrunhadora, apesar de tudo o que se pode fazer. Continuemos nossas orações, é este o único meio que nos resta.
Meu querido Irmão, espero que, chegando eu em casa, você não se contentará de apenas me relatar de memória as diferentes particularidades que podem ter acontecido durante minha ausência. É muito importante que eu seja informado de tudo, a fim de que, auxiliado pelos conselhos seus e dos demais membros da administração, eu possa continuar a governar a casa. É importante que tenha um relato pormenorizado, dia por dia, do que aconteceu desde que eu saí. Entenda-se com o Irmão Stanislas, o Irmão Jean Marie e os demais Irmãos trabalhadores, o Irmão Bonaventure; um relatório para o que diz respeito a cada um. Digo isto, não somente dos Irmãos que habitam lHermitage, mas também dos que estão nos Estabelecimentos: os pedidos feitos, em suma, tudo o que interessa ou deve interessar um superior de comunidade.
Continuo tendo boa saúde, quase não tive dor de estômago. Se não soubesse que minha presença está sendo solicitada por causa de vários assuntos, não teria tanta pressa em partir. Espero aliás que nossa questão importante não seja prejudicada, pois está muito bem encaminhada. Espero que o Irmão Jean-Marie me apresente as contas direitinho.
Minha carta só vai ser despachada no dia 13 de abril. Adeus, meu caro Irmão, compartilho de coração o sofrimento que lhe causou a morte de seu mano, (Jean-Marie RIVAT, falecido no dia 27 de fevereiro).
Mil saudações aos Padres Matricon, Besson, a todos os bons Irmãos que emitiram votos perpétuos e aos demais. A todos, meu abraço, nos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, esperando abraçá-los corporalmente. Você terá tempo de ainda me escrever para Paris, se for preciso.
Hoje faz frio em Paris.
Seu mui dedicado,
Champagnat

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