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Carta de Marcelino - 316

 

Br. Marcellin Champagnat
29/01/1840


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Se houve um padre que insistiu com o Padre Champagnat para que fundasse uma escola de Irmãos na sua paróquia, foi o Padre Page, de Digoin. Nada menos de oito cartas escreveu, além de ter feito visitas a lHermitage, sempre com a mesma intenção. (cf. Cartas no 97 e 264).
Nesta resposta do Padre Champagnat, que provavelmente foi escrita pelo Irmão Francisco ou por outro secretário, vemos com que prudência eram tratados esses assuntos: Só mandar Irmãos quando tudo estiver pronto, tanto do lado material (construção, instalações, dependências, etc.), como do lado social e administrativo (garantia de subsistência dos Irmãos, anuência das autoridades, apoio da população).

Senhor Pároco,
Foi com intenso regozijo que soubemos que seus administradores estavam planejando construir, em breve espaço de tempo, um edifício para as escolas de sua cidade.
Uma condição muito importante para garantir esta iniciativa e fazer que vá adiante é conseguir o concurso da autoridade municipal. De acordo com aquilo que a experiência já nos ensinou, pensamos que o senhor adotará a melhor opção, que é de não alugar uma casa, mas esperar que esteja terminada a que se destina para este fim.
Alugar uma casa implicaria, com toda certeza, empatar dinheiro em remendos. Este gasto seria muito melhor empregado na instalação dos Irmãos. Evitaria assim um bom pretexto para desestimular o ardor de seus administradores, que poderiam retardar ou mesmo abandonar completamente a execução do projeto. Uma vez que tivessem visto as escolas iniciadas, esses administradores não teriam tanta pressa em procurar quem trabalhasse na construção projetada e o senhor Prefeito não teria tanto empenho na execução da mesma.
A mais disto, estamos com receio de não poder fornecer Irmãos na próxima Festa de Todos os Santos, visto que todos os que se encontram em Vauban ainda não estarão habilitados, para que os lancemos no ensino e os de nossa casa de lHermitage estarão provavelmente comprometidos todos, pelas promessas anteriormente feitas; passariam à frente daquela que o senhor pensa ter conseguido. Não é que não estejamos desejando ansiosamente a escola de Digoin, mas é que queremos vê-la implantada desde o início em bases firmes.
Sabemos, e nem há por que duvidar, que começar uma obra sem que tudo esteja pronto, é arrumar complicação e as coisas não podem andar direito.
Espero que os excelentes párocos da diocese de Autun se interessem com particular carinho pelo Noviciado de Vauban. Nós vamos nos esforçar para que seja concluída quanto antes a formação dos candidatos que houverem por bem nos enviar, e depois de formados os mandaremos de volta prazerosamente.
Tenho a honra de ser...
Champagnat

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